Músculos mais definidos com plataformas vibratórias – Conheças as vantagens

Publicado por admin na categoria Anti-envelhecimento, Celulite, Cirurgia Estética, Exercício Físico, Perder peso em 30-09-2009

Enquanto a actividade física tradicional é realizada através de contracções musculares voluntárias, os exercícios realizados sobre plataformas vibratórias obrigam a que a musculatura solicitada se contraia involuntariamente. Esta pequena diferença é decisiva para a obtenção mais rápida de resultados.

A resposta orgânica (recuperação) ao tipo de estimulação proporcionado numa plataforma vibratória é entre seis a 10 vezes mais intensa. Por isso, em 10 minutos de utilização obtêm-se resultados tão ou mais rápidos e eficazes do que em uma hora de qualquer outra actividade física. O acréscimo gigantesco de produção endógena (natural) de hormona do crescimento (até 460% - European Journal of Applied Physiology. 2000 Apr; 87(6):449-54) que se pode obter em apenas uma sessão faz com que a plataforma vibratória seja uma peça decisiva para a eficácia de vários tipos de programas de actividade física, nomeadamente de anti-envelhecimento. É fundamentalmente este fenómeno e as reacções metabólicas que desencadeia que faz deste aparelho a nova coqueluche dos equipamentos para a prevenção, manutenção e melhoria da saúde, condição física e, por consequência da qualidade de vida, através da execução de alguns dos mais de 40 exercícios de força, alongamentos e/ou massagens que se realizam sem se correr qualquer risco e quase sem esforço.

Por isto e não só, estes equipamentos contam com cada vez mais adeptos nas áreas da educação física, da estética e até da saúde. O aparecimento regular de novas marcas e o interesse crescente por parte de health clubs, SPAs, centros de estética, clínicas médicas e particulares são a corroboração disso mesmo, confirmando o enorme potencial e versatilidade destes equipamentos. A certificação médica que algumas marcas possuem é o garante de qualidade e da eficácia desta tecnologia inovadora. Grande número de famosos como Madonna, Jane Fonda, Clint Eastwood, Julie Andrews, o Príncipe do Mónaco e até o Rei da Arábia Saudita, assim como uma quantidade ainda maior de atletas fizeram questão de adquirir uma plataforma vibratória para uso privado.

plataformas vibratorias

Dois tipos de plataformas: resultados diferentes

Existem dois tipos de plataformas: as de vibração vertical e as de vibração oscilatória.

Nas Plataformas de vibração oscilatória, a oscilação (o eixo da vibração que atravessa a plataforma pelo meio obriga a que quando uma das extremidades desta desça a outra suba e vice-versa, tal como as pranchas que equilibristas circenses, colocam sobre cilindros para mostrar as suas habilidades) acontece à velocidade que a frequência (Hz) seleccionada determinar (usualmente entre 1 e 30 Hz), podendo a amplitude dessa oscilação variar entre os e os 15 mm.

A plataforma de vibração vertical, por eu lado, sobe e desce toda por inteiro a uma maior frequência (30 a 50 Hz) com uma amplitude de vibração de 2 ou de 4nmm.

Os valores e amplitudes das vibrações que são utilizadas pelas plataformas são os que os cientistas, através de dezenas de anos de estudos científicos rigorosos realizados em clínicas, hospitais e universidades concluíram ser os que permitem transmitir aos seus utilizadores os resultados mais eficazes dentro da maior segurança.

A plataforma vibratória vertical possibilita a realização de exercícios, por exemplo em posição deitada sobre o aparelho (que a oscilação da plataforma oscilatória não permite), que possibilitam o exercitar muito eficaz da parede abdominal e da musculatura extensora da coluna (que rápida e facilmente consegue eliminar dores de costas) ou, através da utilização de duas tiras de tecido que se podem acoplar à plataforma, permitem trabalhar eficientemente os membros superiores e a parte superior da costas. Esta realidade faz com que o aparelhos de vibração vertical permita a realização de mais de 40 exercícios de estimulação de força, potenciação de alongamentos e/ou de realização de massagens. Esta diversidade de exercícios possibilita uma solicitação física muito completa e, quando necessário mais específica e localizada quando pretendido.

Por seu lado, uma plataforma oscilatória só permite realizar exercícios e pé ou com as mãos apoiadas na plataforma em posição de “gatas” ou em prancha (dependendo se pretendemos apoiar

ou não os joelhos no chão) e algumas variações associadas a estas posturas, dobrando mais ou menos as articulações envolvidas nos exercícios. Não permite realização de exercícios na posição deitada e dificilmente na de sentada. Não permite a realização de alongamentos nem de massagens .

Comparação de mercado

O site francês www.relax-attitude.com apresenta uma comparação que refere a plataforma de vibração oscilatória como mais eficaz na redução da massa gorda e a plataforma de vibração vertical, apesar de também combater eficientemente o excesso de gordura corporal, como mais efectiva em:

  • tonificar os músculos;

  • tornear a silhueta devido a um efeito localizado;

  • reeducar determinada zona muscular ou articular;

  • realizar musculação localizada;

  • reactivar músculos não solicitados há muito tempo;

  • eliminar dores de costas derivadas de fragilidade muscular.

  • Para melhorar a circulação sanguínea são ambas eficazes.

As imitações de baixo custo

Já não é novidade que quando os equipamentos são promissores surgem logo os aparelhos de baixo preço e consequentemente de qualidade duvidosa. já há plataformas no mercado construídas em plástico. A fragilidade não é o único problema que apresentam. As colunas de fibra ou de plástico são instáveis, o aparelho fica barulhento e a sua longevidade não é a mesma que uma plataforma com essa estrutura em ferro.

É importante que uma plataforma vibratória tenha uma coluna de ferro e pese pelo menos 50 quilos. Para serem eficazes, têm de produzir vibração a determinada frequência e se não tiverem peso suficiente, o aparelho começa “aos pulos pela casa”. Se, por outro lado, um plataforma mais leve, quando é activada se não saltar é porque não vibra à frequência recomendável e, portanto, não, pode ser eficaz.

Fonte: Tendências Vibratórias. Performance, Setembro 2007, p.58.