Balão intragástrico, a solução para a obesidade?

Publicado por admin na categoria Alimentação, Anti-envelhecimento, Exercício Físico, Perder peso, Posts Patrocinados em 12-10-2009

Hoje falamos de um tratamento para a obesidade que muitos possivelmente conhecerão, outros talvez não. Neste post patrocinado pelo ZYNC podem ficar a conhecer um pouco mais sobre o Balón intragástrico, um tratamento para a obesidade do Obesity Medical Center em Espanha.

A obesidade é sem dúvida um dos grandes problemas do século XXI. A cultura da comida processada e já preparada é cada vez mais frequente numa sociedade em que o número de obesos é cada vez maior. Em consequência disso, cresce também o número de dietas existentes actualmente no mercado, umas boas outras nem por isso. É sempre bom termos cuidado com a alimentação, mas sabemos que nem todas as pessoas têm facilidade em perder peso, especialmente quando é necessário seguir uma dieta estritamente rigorosa. É para essas pessoas que vamos dirigir este post.

O balão intragástrico é um tratamento não cirúrgico contra a obesidade. Este tipo de tratamento está apenas indicado a pessoas que sofram de obesidade leve a moderada, pessoas que têm bastante dificuldade em perder peso. Este é um aspecto importante a reter, apesar de parecer um tratamento promissor, na nossa opinião deve ser encarado sempre como último recurso. O primeiro deveria ser uma alimentação equilibrada juntamente com uma rotina diária de exercício físico.

Este tratamento contra a obesidade pode também ser indicado para pessoas com obesidade elevada, mas somente como preparação para a cirurgia.

Como funciona o balão intragástrico?

Usando uma linguagem simplificada, se reduzirmos o espaço no estômago, reduzimos também o apetite . Consequentemente o peso sofrerá alterações, se tudo correr bem, diminuirá, como pretendido.

Numa linguagem mais específica, o balão intragástrico funciona como um balão expansível de silicone, que ao ser introduzido pela boca por via endoscópia, se alojará no estômago. este procedimento é relativamente rápido, uma duração de 20 a 30 minutos. O objectivo é criar uma sensação de saciedade contínua.

balão intragástrico

Esta é apenas a primeira fase do processo de cura da obesidade. A segunda diz respeito a um acompanhamento regular no seguimento de uma dieta hipocalórica, onde o objectivo é reeducar a forma de estar em relação á alimentação, adquirindo hábitos alimentares saudáveis que passarão a fazer parte da sua vida.

Este não é um procedimento fácil. Pode ser uma solução para a obesidade dentro das circunstâncias acima mencionadas, mas está longe de ser fácil. Em vista disso faz parte do tratamento um apoio psicológico contínuo, inclusivamente depois de retirado o balão intragástrico, uma medida de prevenção para que não volte a recuperar o peso perdido.

Uma solução…não imediata

Os resultados satisfatórios mostrados ao longo dos últimos anos provam a eficácia deste tratamento contra a obesidade. Um tratamento tão simples e rápido, que apresenta como únicos efeitos secundários o aparecimento de vómitos e náuseas, pode parecer a solução. Na verdade, faz apenas parte dela. A colocação de um Balón intragástrico, um tratamento para a obesidade do Obesity Medical Center, deve ser visto apenas como o inicio de um processo, não como a solução para o problema. Um processo de reeducação a nível gastronómico e também mental, na medida em que é preciso tomar consciência duma necessidade de mudança de estilo de vida, para bem de todo o organismo. Posto isto, o desafio não será iniciar o tratamento contra a obesidade, o desafio será mantê-lo.

Será que algum dos nossos leitores pode falar por experiência própria sobre este tratamento?

Tudo o que precisa saber sobre contracepção de emergência

Publicado por admin na categoria Contracepção em 13-07-2009

Ciclo menstrual: período de tempo compreendido entre o 10 dia de uma menstruação e o lº dia da menstruação seguinte. Ocorre normalmente durante 28 dias. Durante todo o ciclo, o útero prepara-se e modifica-se para receber um óvulo eventualmente fecundado, e alimentá-lo para que se inicie uma gravidez.

Menstruação: mistura de sangue e células do útero, que todos os meses é expelida do corpo. O aparecimento de menstruação significa que não houve fecundação durante esse ciclo.

Ovulação: momento em que o óvulo maturo sai do ovário em direcção ao útero. A ovulação ocorre em média 12 a 16 dias antes do ciclo menstrual seguinte.

Período fértil: fase do ciclo menstrual em que há probabilidade de fecundação. É calculado de acordo com o tempo de vida de um óvulo (entre 6 a 24 horas a seguir à ovulação) e de um espermatozóide (cerca de 72 horas). Teoricamente seria um período de 4 dias, os dois antes da ovulação, o dia da ovulação e o dia seguinte à ovulação.

Fecundação: encontro do espermatozóide com o óvulo originando o ovo ou zigoto. Uma gravidez inicia-se com a implantação (nidação) do ovo (óvulo fecundado) no útero.

Os primeiros sinais de Gravidez: atraso da menstruação; dores na barriga simulando o aparecimento da menstruação; peito inchado, duro e/ou dorido; fadiga anormal e vontade de dormir; náuseas e vómitos; vontade de urinar mais frequente que o normal (o aparecimento de todos estes sinais não é obrigatório, podendo ocorrer apenas alguns deles).

contracepçao de emergencia

Contracepção: todo o método cujo objectivo seja impedir a fecundação de um óvulo ou impedir a nidação do ovo ou zigoto.

As pílulas de contracepção de emergência (PCE) são uma opção importante para mulheres que tenham tido recentemente relações sexuais desprotegidas ou uma falha contraceptiva e que não pretendam engravidar. A contracepção Hormonal de Emergência, na maior parte das vezes, inibe e/ou atrasa a ovulação e previne a nidação do ovo. É apenas eficaz para um acto sexual, sendo necessário utilizar uma contracepção local até ao fim do ciclo. É ineficaz em caso de uma gravidez já iniciada.

Quando utilizar a contracepção hormonal de emergência

As PCEs são inapropriadas para uso regular como um método contraceptivo. A contracepção de emergência é um método ocasional. Evita cerca de 7 a 9 gravidezes em cada 10. O tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível após a relação sexual, visto que os dados sugerem que a eficácia diminui substancialmente com o tempo. Deve ser utilizada nas 72 horas após uma relação sexual não protegida ou em caso de falha de um método contraceptivo, como por exemplo:

• Rompimento ou esquecimento do preservativo;

• Esquecimento da pílula contraceptiva oral para além do prazo máximo admitido;

• Expulsão do DIU;

• Remoção antecipada ou deslocamento de um diafragma ou de um cone contraceptivo;

• Falha do método do coito interrompido;

• Relação sexual durante o período fértil quando se optou pelo método da abstinência periódica;

• Em caso de violação.

Como utilizar a contracepção hormonal de emergência

O tratamento consiste na administração de 2 comprimidos. Esta administração deverá ser tão rápida quanto possível e preferencialmente em dose única dentro dos 3 dias que sucedem à relação sexual.

Este método pode ser administrado em qualquer momento durante o ciclo menstrual, mas não deve ser utilizado mais do que uma vez no mesmo ciclo menstrual. Também não está indicado se já tiverem ocorrido relações sexuais não protegidas no mesmo ciclo menstrual.

Quais os efeitos secundários mais frequentes?

De um modo geral as PCE são bem toleradas.

Os efeitos secundários mais frequentes são náuseas, em 40 a 50% dos casos e vómito em 15 a 20%. Estes efeitos podem ser minimizados com o uso de antieméticos, cerca de uma hora antes da toma da PCE.

Se vomitar nas duas horas após a toma da PCE deve tomá-la novamente, porque pode ter perdido o efeito.

As cefaleias, dor mamária e vertigens, são de curta duração e têm remissão espontânea nas 24 horas após o uso da PCE.

Precauções de utilização das PCE

• Não estão recomendadas em mulheres com probabilidade de ocorrência de gravidez ectópica.

• A administração concomitante de alguns agentes anticonvulsionantes (como o fenobarbital, a fenitoína, a primidona e a carbamazepina) e de alguns antibióticos (como a rifabutina, a rifampicina e a griseofulvina), podem reduzir ou anular a eficácia deste método.

Que fazer depois de recorrer à contracepção hormonal de emergência?

• Deve utilizar uma contracepção local nas relações seguintes, até ao aparecimento da menstruação seguinte.

• Assegure-se que a menstruação é normal no que diz respeito à abundância e data de aparecimento.

• É recomendado a realização de uma exame ginecológico após a utilização deste método.

Quando deve consultar o médico

Se, após utilização de um método contraceptivo de emergência: ocorrer um atraso superior a 5 dias, apresentar dor abdominal ou a menstruação não lhe parecer de todo normal, consulte o seu médico, sobretudo se sente alguns dos sinais de gravidez. Após utilização de um método contraceptivo de emergência, deve consultar o seu médico para que inicie uma contracepção.