Comer contra a depressão

Publicado por admin na categoria Alimentação, depressão em 03-06-2009

SE OS AUMENTOS QUE lNGERIMOS SÃO A PRINClPAL FONTE DE ENERGIA PARA O MOVIMENTO, FUNÇÃO CARDÍACA, POR QUE NÃO PARA A BOA DISPOSIÇÃO? É VERDADE: SE NOS SENTIMOS APÁTICOS, STRESSADOS OU DEPRIMlDOS, A CULPA PODE MESMO SER DAS ESCOLHAS QUE FAZEMOS À MESA.

TOMAR PEQUENO-ALMOÇO.

As pessoas que têm por hábito tomar pequeno-almoço pensam melhor e com mais rapidez.

BEBER MUITA ÁGUA.

A situação de desidratação promove a fadiga.

PREFERIR SNACKS PROTEICOS.

As proteínas estimulam a produção de neurotransmissores, como a dopamina e a noreadrenalina, que melhoram o humor e capacidade de lidar com o stress.

COMBINAR HIDRATOS DE CARBONO COMPLEXOS DE ALTA QUALIDADE COM PROTEíNA OU GORDURA.

A combinação ajuda a estabilizar e manter os níveis de açúcar no sangue.

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NUNCA ESQUECER A FRUTA, VEGETAIS E CEREAIS INTEGRAIS.

São ricos em vitamina B e antioxidantes, necessários para proteger os neurotransmissores.

INCLUIR ALIMENTOS RICOS EM COLINA.

Uma vez no cérebro, a colina transforma-se em acetilcolipa, responsável pela comunicação entre células nervosas. Está presente no gérmen de trigo, gema de ovo, amendoim, batatas, tomates, leite, laranjas, couve-flor.

INCLUIR GORDURAS ESSENCIAIS, ESPECIALMENTE ÓMEGA 3.

Cerca de metade do cérebro é gordura. Os ácidos gordos ómega 3 transportam os nutrientes para as células cereais e ajudam a regular os químicos que influenciam a função mental.

SNACKS SIM… MAS SAUDÁVEIS.

Amêndoas, bananas, frutos secos, ovos cozidos, sementes de girassol ou de soja, iogurtes. São opções de snacks com efeitos benéficos para o humor e cérebro.

EQUILIBRIO ENTRE HIDRATOS DE CARBONO, PROTEÍNA E GORDURA.

Restringir ou consumir em excesso qualquer um destes macronutrientes é desaconselhado, podendo dar origem a desequilíbrios dos neurotransmissores e afectar o pensamento e a disposição

Fonte: Harvard University

ESTUDO PORTUGUÊS SOBRE DEPRESSÃO

SINTOMAS FÍSICOS SÃO MUITAS VEZES SUB-DIAGNOSTICADOS

Os dados pertencem ao estudo do psiquiatra João Miguel Pereira., do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, apresentado em Abril, no Congresso Internacional sobre Psiquiatria que decorreu no

Chile. O estudos revela que os médicos se cingem exclusivamente ao diagnóstico de sintomas emocionais, sendo o mais comum a tristeza (76,4 % dos casos), a perda de prazer (47,2 %) e o sentimento de culpa (41,6 %).

No entanto, mais de um terço dos doentes apresentam ambos os sintomas, e 17,72 por cento dos deprimidos dizem até sentir mais sintomas físicos do que emocionais.